Poema de O Monhé das Cobras. As acácias já se incendiaram de vermelho / e o zumbido das cigarras enxameia obsidiante / a manhã de Dezembro. A terra exala, / em haustos longos, o aguaceiro da madrugada. / Ao longe, no extremo distante da caixa / / de areia, o monhé das cobras enrola / a esteira e leva o cesto à cabeça, / cumprindo o papel exacto que lhe coube / e executou com paciente sageza hindu / [...]
Sinopse
Poema de O Monhé das Cobras. As acácias já se incendiaram de vermelho / e o zumbido das cigarras enxameia obsidiante / a manhã de Dezembro. A terra exala, / em haustos longos, o aguaceiro da madrugada. / Ao longe, no extremo distante da caixa / / de areia, o monhé das cobras enrola / a esteira e leva o cesto à cabeça, / cumprindo o papel exacto que lhe coube / e executou com paciente sageza hindu / [...]Ficha Técnica
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