O
Mistério do Albatroz é uma novela, ilustrada pelo pintor Manuel Oliveira, que
nos fala do amor entre uma índia e um físico português.
No
livro há três figuras ficcionais (Martim de Almeida, Manuel de Sousa e Iara)
que se movimentam entre o povo anónimo, e figuras históricas como D. Sebastião,
o poeta Luís de Camões e Miguel Leitão de Andrada, primeiro cronista de Alcácer
Quibir.
O
relevo que é dado à grande variedade de animais e plantas existentes nos
diversos biótopos e a valorização do papel das plantas no tratamento de doenças
faz da fauna e da flora verdadeiras personagens.
A
índia traz consigo a magia do seu povo e empresta ao livro o encantamento dos
contos de fada, permitindo cruzar o mito índio da transfiguração com um momento
significativo do Cristianismo.
O
local escolhido para o encontro entre Iara e Martim é o poço de Jacob, um poço
que foi escavado quase 2000 anos antes de Cristo por Jacob e os filhos e onde
Cristo aceitou beber a água oferecida pela samaritana, dando uma lição de amor
e aceitação da diferença.
Mas
não é desse tempo que fala este livro, mas do século XVI e, assim o espero,
fala daquilo que é comum a todas as épocas em todos os lugares, fala da
esperança, das injustiças, das doenças, da compreensão e do amor.
A
componente fantástica poderia remeter para um público juvenil, mas os diversos
temas abordados e o contexto histórico em que se inserem alargam o seu
interesse a um público mais vasto.
Sinopse
O Mistério do Albatroz é uma história de amor
que alia o fantástico à realidade de um tempo histórico bem definido,
valorizando o encontro de culturas e a
biodiversidade.
Passada
no século XVI, contemporânea de grandes perturbações sociais e políticas como a
morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir, que conduz à perda da independência,
mostra o quotidiano de um povo que se expande por quatro continentes.
Começa
com o desembarque de um grupo de homens numa praia da Amazónia com o objetivo
de colonizar e evangelizar as terras encontradas. Com eles vem um cirurgião que
pretende estudar as plantas do Novo Mundo.
No
encontro entre duas culturas tão diferentes, registam-se sentimentos muito
diversos como o medo, a desconfiança, a compreensão, o respeito e também o
Amor, um amor que dá forças para abandonar a segurança e partir rumo ao
desconhecido, enfrentando perigos e dúvidas, na utópica conquista da felicidade
total.
Sinopse
Apresentação da obra pela autora
O Mistério do Albatroz é uma novela, ilustrada pelo pintor Manuel Oliveira, que nos fala do amor entre uma índia e um físico português.
No livro há três figuras ficcionais (Martim de Almeida, Manuel de Sousa e Iara) que se movimentam entre o povo anónimo, e figuras históricas como D. Sebastião, o poeta Luís de Camões e Miguel Leitão de Andrada, primeiro cronista de Alcácer Quibir.
O relevo que é dado à grande variedade de animais e plantas existentes nos diversos biótopos e a valorização do papel das plantas no tratamento de doenças faz da fauna e da flora verdadeiras personagens.
A índia traz consigo a magia do seu povo e empresta ao livro o encantamento dos contos de fada, permitindo cruzar o mito índio da transfiguração com um momento significativo do Cristianismo.
O local escolhido para o encontro entre Iara e Martim é o poço de Jacob, um poço que foi escavado quase 2000 anos antes de Cristo por Jacob e os filhos e onde Cristo aceitou beber a água oferecida pela samaritana, dando uma lição de amor e aceitação da diferença.
Mas não é desse tempo que fala este livro, mas do século XVI e, assim o espero, fala daquilo que é comum a todas as épocas em todos os lugares, fala da esperança, das injustiças, das doenças, da compreensão e do amor.
A componente fantástica poderia remeter para um público juvenil, mas os diversos temas abordados e o contexto histórico em que se inserem alargam o seu interesse a um público mais vasto.
Sinopse
O Mistério do Albatroz é uma história de amor que alia o fantástico à realidade de um tempo histórico bem definido, valorizando o encontro de culturas e a biodiversidade.
Passada no século XVI, contemporânea de grandes perturbações sociais e políticas como a morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir, que conduz à perda da independência, mostra o quotidiano de um povo que se expande por quatro continentes.
Começa com o desembarque de um grupo de homens numa praia da Amazónia com o objetivo de colonizar e evangelizar as terras encontradas. Com eles vem um cirurgião que pretende estudar as plantas do Novo Mundo.
No encontro entre duas culturas tão diferentes, registam-se sentimentos muito diversos como o medo, a desconfiança, a compreensão, o respeito e também o Amor, um amor que dá forças para abandonar a segurança e partir rumo ao desconhecido, enfrentando perigos e dúvidas, na utópica conquista da felicidade total.
Ficha Técnica
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