«Tenho a impressão de que a morfina já não produz em mim qualquer efeito. Tenho dores. Em todo o corpo. Detesto estas frases curtas. Também detesto as frases longas. Se calhar, detesto a escrita. Gostava de entrar na cabeça do meu criado, pensar o que ele pensa. Escreveria melhor. Ele é tortuoso, imprevisível, mas tem um coração puro.» Pequeno romance dramático e burlesco. O Meu Criado e Eu é de certa forma um duplo espelho do seu autor e uma parábola desconcertante sobre a doença, o declínio e a morte.
Sinopse
«Tenho a impressão de que a morfina já não produz em mim qualquer efeito. Tenho dores. Em todo o corpo. Detesto estas frases curtas. Também detesto as frases longas. Se calhar, detesto a escrita. Gostava de entrar na cabeça do meu criado, pensar o que ele pensa. Escreveria melhor. Ele é tortuoso, imprevisível, mas tem um coração puro.» Pequeno romance dramático e burlesco. O Meu Criado e Eu é de certa forma um duplo espelho do seu autor e uma parábola desconcertante sobre a doença, o declínio e a morte.Ficha Técnica
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