Trazemos connosco uma pequena lâmpada de barro para alumiar o caminho, em busca do segredo da alegria. Sabemos que o caminho está cheio de armadilhas: toda a convivência está sujeita ao desgaste; o amor, como sentimento humano que é, não deixa de ter o seu caráter de fugacidade; o ritmo da vida cerca o amor, reduzindo-lhe o encanto. Que fazer para que o amor desperte todas as manhãs com uma cara nova?
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