«Aquilo que muitos podem entender como ousadia - "quero ser escritor" - é em Hugo Gonçalves uma fatalidade. Este livro reflecte um trabalho árduo, minucioso, pensado sobre a escrita, a narrativa, a forma de contar a história e de construir personagens. É um primeiro livro, mas é também, já, um livro velho. Porque fala do que está no nosso imaginário, porque nos compele para a dureza da realidade: o sexo, a droga, as armas, a conspiração, a ilusão, a política, a demência, a fuga, a solidão, o make believe, a fachada que todos nós encontramos para enfrentar a vida. As histórias cruzam-se e são quase esmagadoras no seu pormenor. A determinada altura uma personagem diz: "Deus é o único equilibrista com talento para nos transportar no arame". Hugo Gonçalves não escolheu fazer de Deus, fez um livro para nos lembrar que o arame existe.»
Sinopse
«Aquilo que muitos podem entender como ousadia - "quero ser escritor" - é em Hugo Gonçalves uma fatalidade. Este livro reflecte um trabalho árduo, minucioso, pensado sobre a escrita, a narrativa, a forma de contar a história e de construir personagens. É um primeiro livro, mas é também, já, um livro velho. Porque fala do que está no nosso imaginário, porque nos compele para a dureza da realidade: o sexo, a droga, as armas, a conspiração, a ilusão, a política, a demência, a fuga, a solidão, o make believe, a fachada que todos nós encontramos para enfrentar a vida. As histórias cruzam-se e são quase esmagadoras no seu pormenor. A determinada altura uma personagem diz: "Deus é o único equilibrista com talento para nos transportar no arame". Hugo Gonçalves não escolheu fazer de Deus, fez um livro para nos lembrar que o arame existe.»Ficha Técnica
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