«Kundera, exilado, recorda, reconstrói o passado, interpela-o, dá-lhe cores, sons, respirações. A memória política mistura-se com a individual. Todos os personagens vivem com a sua memória, e todos os que a têm mais viva têm ainda a capacidade de rir. O esforço é enorme. Mas esquecer é morrer. E o mundo é dos vivos. Na memória e no riso.»...
Sinopse
«Kundera, exilado, recorda, reconstrói o passado, interpela-o, dá-lhe cores, sons, respirações. A memória política mistura-se com a individual. Todos os personagens vivem com a sua memória, e todos os que a têm mais viva têm ainda a capacidade de rir. O esforço é enorme. Mas esquecer é morrer. E o mundo é dos vivos. Na memória e no riso.»...Ficha Técnica
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