impossível falar-se, com fundamento e exactidão, de política, de educação em valores e de educação ética sem conhecer as grandes obras da cultura ocidental. A pertinência e actualidade de um livro sobre as virtudes de sempre, escrito a escassos meses de passagem para o terceiro milénio, explicam-se pelo facto de vivermos uma época de transição, de mudança e de crise. Sabemos o que estamos a deixar para trás, mas ainda não sabemos aquilo que vamos encontrar. Não temos sequer a certeza de que aquilo para que nos dirigimos a toda a pressa seja melhor do que aquilo que estamos a deixar. Nunca, como hoje, a Humanidade deteve tantos instrumentos, técnicas e conhecimentos para poder ser feliz! Mas, também, nunca como agora a Humanidade desperdiçou tanto o seu potencial de felicidade! A família e a escola são as instituições que maior erosão sofreram nas últimas décadas. Está fora de questão um regresso ao passado. Tal é impossível e indesejável. Ao invés, é preciso caminhar em frente, construindo sobre esse passado, melhorando-o, recusando as suas partes-sombra e acrescentando-lhe o que a verdadeira cultura, tecnologia e ciência do nosso tempo têm para dar, com o fim de lhe proporcionar mais luz. As grandes obras da sabedoria ocidental são o colo, os vínculos e as referências seguras para que os homens de hoje possam aspirar a ser o Homem do terceiro milénio.
Sinopse
impossível falar-se, com fundamento e exactidão, de política, de educação em valores e de educação ética sem conhecer as grandes obras da cultura ocidental. A pertinência e actualidade de um livro sobre as virtudes de sempre, escrito a escassos meses de passagem para o terceiro milénio, explicam-se pelo facto de vivermos uma época de transição, de mudança e de crise. Sabemos o que estamos a deixar para trás, mas ainda não sabemos aquilo que vamos encontrar. Não temos sequer a certeza de que aquilo para que nos dirigimos a toda a pressa seja melhor do que aquilo que estamos a deixar. Nunca, como hoje, a Humanidade deteve tantos instrumentos, técnicas e conhecimentos para poder ser feliz! Mas, também, nunca como agora a Humanidade desperdiçou tanto o seu potencial de felicidade! A família e a escola são as instituições que maior erosão sofreram nas últimas décadas. Está fora de questão um regresso ao passado. Tal é impossível e indesejável. Ao invés, é preciso caminhar em frente, construindo sobre esse passado, melhorando-o, recusando as suas partes-sombra e acrescentando-lhe o que a verdadeira cultura, tecnologia e ciência do nosso tempo têm para dar, com o fim de lhe proporcionar mais luz. As grandes obras da sabedoria ocidental são o colo, os vínculos e as referências seguras para que os homens de hoje possam aspirar a ser o Homem do terceiro milénio.Ficha Técnica
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