Neste livro emocionante da maior atualidade, a ficção toca de tão perto a realidade que hoje vivemos que se torna inevitável tomar a cada passo da nossa leitura uma pela outra...
Franco Ferrari, intelectual bem sucedido, espírito moderado e fundamentalmente laico, faz um balanço desastroso da sua vida privada, como tantos cristãos desalentados dos nossos dias. Já não suporta a existência que leva, esvaziada de paixão e ideais, inerte e passiva perante os ataques contínuos feitos a todo o momento ao modelo de sociedade ocidental que, apesar de tudo, sente dever defender. Numa atitude intencional de maior compreensão de outras perspetivas e de quantos atacam os valores cristãos e os modelos da sociedade ocidental que é a sua, tira partido do seu relacionamento recente com gente que lhe «abre os olhos» para uma maior «vitalidade» do Islão —, apercebendo-se de que o cristão, no melhor dos casos, crê, enquanto o muçulmano tem a certeza, e por isso não receia os comportamentos extremos. Além disso, até um antepassado de Ferrari, que participou corajosamente na Batalha de Viena de 11 de setembro de 1683, em que o exército de Maomé IV foi derrotado pelos cristãos, parece incitá-lo a agir.
Assim nasce em Franco a vontade de pôr de lado as palavras e passar aos atos, colocando-se do outro lado da barricada. Concebe então um projeto inaudito: entrar numa mesquita usando um cinturão de explosivos e fazer-se explodir, mostrando ao mundo que também um ocidental é capaz de gestos absolutos.
Mas nem o mais perfeito dos planos pode ter em conta todos os imprevistos…
Sinopse
Neste livro emocionante da maior atualidade, a ficção toca de tão perto a realidade que hoje vivemos que se torna inevitável tomar a cada passo da nossa leitura uma pela outra... Franco Ferrari, intelectual bem sucedido, espírito moderado e fundamentalmente laico, faz um balanço desastroso da sua vida privada, como tantos cristãos desalentados dos nossos dias. Já não suporta a existência que leva, esvaziada de paixão e ideais, inerte e passiva perante os ataques contínuos feitos a todo o momento ao modelo de sociedade ocidental que, apesar de tudo, sente dever defender. Numa atitude intencional de maior compreensão de outras perspetivas e de quantos atacam os valores cristãos e os modelos da sociedade ocidental que é a sua, tira partido do seu relacionamento recente com gente que lhe «abre os olhos» para uma maior «vitalidade» do Islão —, apercebendo-se de que o cristão, no melhor dos casos, crê, enquanto o muçulmano tem a certeza, e por isso não receia os comportamentos extremos. Além disso, até um antepassado de Ferrari, que participou corajosamente na Batalha de Viena de 11 de setembro de 1683, em que o exército de Maomé IV foi derrotado pelos cristãos, parece incitá-lo a agir. Assim nasce em Franco a vontade de pôr de lado as palavras e passar aos atos, colocando-se do outro lado da barricada. Concebe então um projeto inaudito: entrar numa mesquita usando um cinturão de explosivos e fazer-se explodir, mostrando ao mundo que também um ocidental é capaz de gestos absolutos. Mas nem o mais perfeito dos planos pode ter em conta todos os imprevistos…Ficha Técnica
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