"O livro de Habermas é um excelente contributo para a discussão gerada pelas possibilidades de selecção e modificação genéticas. (...) Possa esta obra contribuir para o debate necessário em tempo de decisões. A sua oportunidade vai muito para lá da conjuntura legislativa. No fundo, a tentativa de Habermas de sublinhar a autonomia filial contra a instrumentalização ""parental"" pode expressar-se com a profundidade do olhar do poeta. Na verdade, Khalil Gibran disse-o notavelmente em O Profeta: ""Os Vossos filhos não são vossos filhos./ (...) Apesar de estarem convosco, não vos pertencem/ (...) Podeis esforçar-vos por ser como eles: mas não tenteis fazê-los como vós. Porque a vida não vai para trás, nem se detém com o ontem"". João Carlos Loureiro I. O que significa moralização da natureza humana? II. Dignidade humana versus dignidade da vida humana. III. A inscrição da moral na ética da espécie IV. O natural e o artificial V. Interdição de instrumentalização, natalidade e poder de ser “eu próprio” VI. Limites morais da energia VII. Precursores de uma auto-instrumentalização da espécie? "
Sinopse
"O livro de Habermas é um excelente contributo para a discussão gerada pelas possibilidades de selecção e modificação genéticas. (...) Possa esta obra contribuir para o debate necessário em tempo de decisões. A sua oportunidade vai muito para lá da conjuntura legislativa. No fundo, a tentativa de Habermas de sublinhar a autonomia filial contra a instrumentalização ""parental"" pode expressar-se com a profundidade do olhar do poeta. Na verdade, Khalil Gibran disse-o notavelmente em O Profeta: ""Os Vossos filhos não são vossos filhos./ (...) Apesar de estarem convosco, não vos pertencem/ (...) Podeis esforçar-vos por ser como eles: mas não tenteis fazê-los como vós. Porque a vida não vai para trás, nem se detém com o ontem"". João Carlos Loureiro I. O que significa moralização da natureza humana? II. Dignidade humana versus dignidade da vida humana. III. A inscrição da moral na ética da espécie IV. O natural e o artificial V. Interdição de instrumentalização, natalidade e poder de ser “eu próprio” VI. Limites morais da energia VII. Precursores de uma auto-instrumentalização da espécie? "Ficha Técnica
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