Em 1992, o monge tibetano Palden Gyatso foi libertado pelas forças ocupantes chinesas depois de ter sofrido trinta e três anos de prisão.O Fogo Sob a Neve é a história da sua vida: a sua infância na pequena aldeia de Panam, a sua aprendizagem como monge e a sua viagem para o grande mosteiro de Drepung, perto de Lassa, a fim de prosseguir os estudos. Em 195 os chineses invadiram o Tibete e, nove anos mais tarde, Palden foi detido por tomar parte numa manifestação pacífica pela liberdade do seu país. Algemado, interrogado e espancado, acusaram-no de reaccionário e foi detido por vários anos, durante os quais assistiu à ruína da sua cultura e religião face ao assalto dos ocupantes chineses: mosteiros destruídos, livros queimados e tibetanos inocentes detidos e executados. Palden tentou escapar através das montanhas, mas foi recapturado a uma milha da fronteira com o Butão. A sua nova detenção foi ainda pior: quase morreu à fome, foi torturado com choques de bastões eléctricos e, durante a Revolução Cultural, sujeito a inúmeras "sessões de luta", que consistiam em forçar os prisioneiros a denunciarem-se uns aos outros e a confessar crimes que não tinham cometido. Em 1992 foi por fim libertado, sob a condição de regressar a uma tranquila vida monástica. Mas, em vez disso, escapou através do Nepal para Dharamsala, onde se encontrou com o Dalai Lama, que o encorajou a revelar a verdadeira extensão da opressão chinesa no Tibete e as atrocidades que suportou na prisão.Surgiu assim este poderoso relato, que é um irrefutável testemunho do sofrimento da nação tibetana.
Sinopse
Em 1992, o monge tibetano Palden Gyatso foi libertado pelas forças ocupantes chinesas depois de ter sofrido trinta e três anos de prisão.O Fogo Sob a Neve é a história da sua vida: a sua infância na pequena aldeia de Panam, a sua aprendizagem como monge e a sua viagem para o grande mosteiro de Drepung, perto de Lassa, a fim de prosseguir os estudos. Em 195 os chineses invadiram o Tibete e, nove anos mais tarde, Palden foi detido por tomar parte numa manifestação pacífica pela liberdade do seu país. Algemado, interrogado e espancado, acusaram-no de reaccionário e foi detido por vários anos, durante os quais assistiu à ruína da sua cultura e religião face ao assalto dos ocupantes chineses: mosteiros destruídos, livros queimados e tibetanos inocentes detidos e executados. Palden tentou escapar através das montanhas, mas foi recapturado a uma milha da fronteira com o Butão. A sua nova detenção foi ainda pior: quase morreu à fome, foi torturado com choques de bastões eléctricos e, durante a Revolução Cultural, sujeito a inúmeras "sessões de luta", que consistiam em forçar os prisioneiros a denunciarem-se uns aos outros e a confessar crimes que não tinham cometido. Em 1992 foi por fim libertado, sob a condição de regressar a uma tranquila vida monástica. Mas, em vez disso, escapou através do Nepal para Dharamsala, onde se encontrou com o Dalai Lama, que o encorajou a revelar a verdadeira extensão da opressão chinesa no Tibete e as atrocidades que suportou na prisão.Surgiu assim este poderoso relato, que é um irrefutável testemunho do sofrimento da nação tibetana.Ficha Técnica
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