«As pessoas só respeitam os gritos, os berros, os flatos e os arrotos. Num primeiro instante, podem até ficar petrificadas, estarrecidas, mas, depois, ficam com medo. Em seguida, respeitam-nos instintivamente e, finalmente, sucumbem e rojam-se-nos aos pés, ou por ódio ou por amor. A minha profissão é a especulação e a especulação é o prazer do assassinato pelo dinheiro, utilizando o que se tiver à mão, o que calhar. A minha arma é o carvão. E escolhi o carvão por ser uma matéria bruta, negra.» Nove contos onde o absurdo, a ironia e a excentricidade não param de surpreender o leitor.
Sinopse
«As pessoas só respeitam os gritos, os berros, os flatos e os arrotos. Num primeiro instante, podem até ficar petrificadas, estarrecidas, mas, depois, ficam com medo. Em seguida, respeitam-nos instintivamente e, finalmente, sucumbem e rojam-se-nos aos pés, ou por ódio ou por amor. A minha profissão é a especulação e a especulação é o prazer do assassinato pelo dinheiro, utilizando o que se tiver à mão, o que calhar. A minha arma é o carvão. E escolhi o carvão por ser uma matéria bruta, negra.» Nove contos onde o absurdo, a ironia e a excentricidade não param de surpreender o leitor.
Ficha Técnica
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