Quando a relação entre a vida e a morte se desequilibra, a existência é posta em causa. O suicídio é uma temática recorrente que atravessa todos os tempos. Inspirou escritores, poetas, movimentos artísticos, assumindo pela primeira vez com Émile Durkheim uma consciência social. No tempo dos romanos era considerado um acto de consagração, no século VI D.C. a Igreja considera-o um crime e na Idade Média é uma afronta aos Deuses. Na tentativa de analisar a influência que o suicídio provocou na literatura ocidental, A. Alvarez parte da Idade Média, atravessa o Renascimento e o Dadaísmo e concentra-se no período Moderno.Este livro é um excelente trabalho de investigação e reflexão, e inclui um relato autobiográfico - o autor conta a dramática tentativa de suicídio dele próprio e de uma amiga, a poetisa Sylvia Plath. Uma abordagem corajosa sobre o mistério da vida, mistério afinal comum a todos nós, e que evidencia a crueldade a que por vezes o acaso nos conduz.
Sinopse
Quando a relação entre a vida e a morte se desequilibra, a existência é posta em causa. O suicídio é uma temática recorrente que atravessa todos os tempos. Inspirou escritores, poetas, movimentos artísticos, assumindo pela primeira vez com Émile Durkheim uma consciência social. No tempo dos romanos era considerado um acto de consagração, no século VI D.C. a Igreja considera-o um crime e na Idade Média é uma afronta aos Deuses. Na tentativa de analisar a influência que o suicídio provocou na literatura ocidental, A. Alvarez parte da Idade Média, atravessa o Renascimento e o Dadaísmo e concentra-se no período Moderno.Este livro é um excelente trabalho de investigação e reflexão, e inclui um relato autobiográfico - o autor conta a dramática tentativa de suicídio dele próprio e de uma amiga, a poetisa Sylvia Plath. Uma abordagem corajosa sobre o mistério da vida, mistério afinal comum a todos nós, e que evidencia a crueldade a que por vezes o acaso nos conduz.Ficha Técnica
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