Edição Crítica de Camilo Castelo
Branco «integra-se no movimento de dotar a obra dos escritores clássicos da
língua portuguesa de edições cientificamente validadas segundo o modelo
crítico. No caso de obras com intervenção autoral documentada (manuscrito
autógrafos ou edições revistas por CCB), será adotado o modelo
genético-crítico. Em Portugal, este modelo constitui a matriz, designadamente,
da edição crítica de Fernando Pessoa (INCM) e foi aplicado ao caso de CCB na
edição sinóptica (genética e crítica), de Amor de Perdição (INCM, 2007)». O Demónio do Ouro é um
romance concebido «em dois andamentos: um ascendente e otimista, em que vinga o
mérito da virtude e do trabalho, e outro descendente e pessimista, em que o
fruto do mérito corrompe e mata». «Uma herança de 3 milhões e 800 herdeiros;
sentimentalismo, virtude e acumulação de capital; encontros e lances
improváveis; Inconfidência Mineira, invasões francesas, lutas liberais;
traições e homicídios, desejo e vingança e, como sempre, profusão de filhos
naturais e muitos padres. [...] O demónio é antes o do folhetim!», Abel Barros
Baptista, na contracapa.
Sinopse
Ficha Técnica
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