A história de Vicente pode muito bem ser o espelho das nossas. Morava em Alfama e era carteiro, transportador público dos privados de cada um. Lia banda desenhada para se alimentar e, no seu universo, para além das vidas alheias que impotentemente partilhava em cartas e embrulhos de papel normal, transportava a timidez bloqueada de quem, com 3 anos, não conhecia a Primavera. Entrega-se então a um processo de curiosa metamorfose que o transforma em corvo. Ciente de que «o destino de um homem depende das crenças e dos seus fantasmas», imagina-se um herói que salva outros quando nem a si mesmo... O Corvo, indivíduo profundamente português, é assim o reflexo da desprotegida ingenuidade em que todos intervimos nas histórias das nossas ruas.
Sinopse
A história de Vicente pode muito bem ser o espelho das nossas. Morava em Alfama e era carteiro, transportador público dos privados de cada um. Lia banda desenhada para se alimentar e, no seu universo, para além das vidas alheias que impotentemente partilhava em cartas e embrulhos de papel normal, transportava a timidez bloqueada de quem, com 3 anos, não conhecia a Primavera. Entrega-se então a um processo de curiosa metamorfose que o transforma em corvo. Ciente de que «o destino de um homem depende das crenças e dos seus fantasmas», imagina-se um herói que salva outros quando nem a si mesmo... O Corvo, indivíduo profundamente português, é assim o reflexo da desprotegida ingenuidade em que todos intervimos nas histórias das nossas ruas.Ficha Técnica
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