As escritas pessoais no período moderno constituem-se como marca identitária. A singularidade do traçar da letra articula vários elementos característicos, integrando um conjunto de indicadores que interpela o observador no sentido de uma análise física, histórica e culturalmente contextualizada. Este livro propõe uma abordagem qualitativa da escrita articulada com uma análise paleográfica. Da análise sistemática de 1735-1738, ao alargamento generalizado da cronologia dos "Diários", "Addições à Gazeta" e cartas pessoais, desvendam-se, mais do que identidades gráficas, padrões de "edição manuscrita". A identificação de caligrafias constitui, por isso, uma aproximação à análise da dinâmica do círculo de escrivães, intervenientes no processo de produção/execução dos folhetos noticiosos.
Sinopse
As escritas pessoais no período moderno constituem-se como marca identitária. A singularidade do traçar da letra articula vários elementos característicos, integrando um conjunto de indicadores que interpela o observador no sentido de uma análise física, histórica e culturalmente contextualizada. Este livro propõe uma abordagem qualitativa da escrita articulada com uma análise paleográfica. Da análise sistemática de 1735-1738, ao alargamento generalizado da cronologia dos "Diários", "Addições à Gazeta" e cartas pessoais, desvendam-se, mais do que identidades gráficas, padrões de "edição manuscrita". A identificação de caligrafias constitui, por isso, uma aproximação à análise da dinâmica do círculo de escrivães, intervenientes no processo de produção/execução dos folhetos noticiosos.Ficha Técnica
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