"Quando tomamos conhecimento da sua existência (ainda que ficcional), Alberta e Nadan estão na fase primordial do amor, no tempo em que os jovens se beijavam por causas como a da guerra do Vietname, do ""façam amor e não guerra"". Ignorantes de que a mais subtil de todas as ""guerras-frias"" é a que ao longo de eras tem oposto homens e mulheres na base da irredutível diversidade da percepção feminina e da masculina. Alberta e Nadan amam-se demasiado, talvez tanto que, simplesmante, não se suportam na ponderabilidade das coisas quotidianas. Esta divertida, desconcertante e, ao mesmo tempo, nostálgica história passa-se em três tempos narrativos, como se fossem histórias distintas, como distintas são as vozes mais ou menos distanciadas daquilo que narram. Lúcido, de um humor sinuoso, de uma capacidade expressiva cruel e comovedora, sem concessões para com a luta de poder que se instala em todas as relações, «O Convidado de Alberta» é acima de tudo uma sátira, irremediavelmente subversiva, sem deixar de ser humanamente solidária. O que fazer com este amor ""para toda a vida"" senão vivê-lo até às últimas consequências?"
Sinopse
"Quando tomamos conhecimento da sua existência (ainda que ficcional), Alberta e Nadan estão na fase primordial do amor, no tempo em que os jovens se beijavam por causas como a da guerra do Vietname, do ""façam amor e não guerra"". Ignorantes de que a mais subtil de todas as ""guerras-frias"" é a que ao longo de eras tem oposto homens e mulheres na base da irredutível diversidade da percepção feminina e da masculina. Alberta e Nadan amam-se demasiado, talvez tanto que, simplesmante, não se suportam na ponderabilidade das coisas quotidianas. Esta divertida, desconcertante e, ao mesmo tempo, nostálgica história passa-se em três tempos narrativos, como se fossem histórias distintas, como distintas são as vozes mais ou menos distanciadas daquilo que narram. Lúcido, de um humor sinuoso, de uma capacidade expressiva cruel e comovedora, sem concessões para com a luta de poder que se instala em todas as relações, «O Convidado de Alberta» é acima de tudo uma sátira, irremediavelmente subversiva, sem deixar de ser humanamente solidária. O que fazer com este amor ""para toda a vida"" senão vivê-lo até às últimas consequências?"Ficha Técnica
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