Aparecido
na confluência do inatismo e do empirismo, eclético aqui como em tudo, sabe
conciliar e transformar superando doutrinas antagónicas. Explica o conhecimento
por um intelectualismo inter-monádico.
A alma
não é uma tábua rasa, nem tampouco uma potência que passa a acto. É qualquer
coisa de virtual, já existente, que a sensação explicita. Para se fazer
compreender, lega-nos uma imagem sugestiva.
“A
aquisição do conhecimento é semelhante ao trabalho dum escultor que, polindo o
mármore vai descobrindo e pondo em relevo figuras desconhecidas que veios já
existentes nele condicionavam, antes do trabalho do artista.”
Sinopse
Wilhelm Gottfried von LeibnizFicha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)Nos Media