Francisco José, revisor no conservador A Voz, Jornal monárquico e católico, é também um escritor de novelas. Manuel, seu filho, herdou do pai o gosto pela escrita, e dedica-se com Francisco José ao projecto de escrever um livro sobre o poder e a solidão, cujo pretexto seria um retrato de Salazar, homem de perfil e sorriso a meia haste. Retrato apurado e sentido de uma cidade e de um regime, mas também uma obra sobre literatura e seus representantes, por O Cavalo a Tinta-da-China desfilam nomes tão diferentes como Cervantes ou Pessoa, Unamuno ou Júlio Dantas, Malraux ou o repórter X. O resultado é o ressurgimento da memória perdida de uma Lisboa imorredoira, dos anos 2 ao pós-25 de Abril, numa viagem-vertigem que apela em permanência aos sentidos do leitor e que de novo confirma Baptista-Bastos como um dos grandes nomes da Literatura Portuguesa comtemporânea.
Sinopse
Francisco José, revisor no conservador A Voz, Jornal monárquico e católico, é também um escritor de novelas. Manuel, seu filho, herdou do pai o gosto pela escrita, e dedica-se com Francisco José ao projecto de escrever um livro sobre o poder e a solidão, cujo pretexto seria um retrato de Salazar, homem de perfil e sorriso a meia haste. Retrato apurado e sentido de uma cidade e de um regime, mas também uma obra sobre literatura e seus representantes, por O Cavalo a Tinta-da-China desfilam nomes tão diferentes como Cervantes ou Pessoa, Unamuno ou Júlio Dantas, Malraux ou o repórter X. O resultado é o ressurgimento da memória perdida de uma Lisboa imorredoira, dos anos 2 ao pós-25 de Abril, numa viagem-vertigem que apela em permanência aos sentidos do leitor e que de novo confirma Baptista-Bastos como um dos grandes nomes da Literatura Portuguesa comtemporânea.Ficha Técnica
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