Ao contrário do seu contemporâneo, o jovem Wells, que procurou na ciência a possibilidade do fantástico, Gustav Meyrink procurou-a na magia e na superação de todo e qualquer artifício mecânico. «Não podemos fazer nada que não seja mágico», diz-nos em O Cardeal Napellus, máxima que Novalis aprovaria. Meyrink acreditava que o reino dos mortos penetrava no mundo dos vivos e que o nosso mundo visível era incessantemente penetrado pelo outro, invisível.
Sinopse
Ao contrário do seu contemporâneo, o jovem Wells, que procurou na ciência a possibilidade do fantástico, Gustav Meyrink procurou-a na magia e na superação de todo e qualquer artifício mecânico. «Não podemos fazer nada que não seja mágico», diz-nos em O Cardeal Napellus, máxima que Novalis aprovaria. Meyrink acreditava que o reino dos mortos penetrava no mundo dos vivos e que o nosso mundo visível era incessantemente penetrado pelo outro, invisível.Ficha Técnica
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