Entre Crítica e Literatura não há nem concorrência, nem oposição, nem convergência. Há comparticipação na mesma liturgia do ´Imaginário´ que ambas celebram, uma criando-a, a outra lendo-o e recriando-o numa espécie de infelicidade sublime a meio caminho entre o eco e a metáfora. Esta passagem de «O Canto do Signo» é emblemática do pensamento que constitui o fio condutor ao longo de todas as páginas deste volume. Aqui se reúnem artigos e ensaios que se encontravam dispersos, escritos entre os anos 50 e 90. As três grandes partes ocupam-se, a primeira, da crítica literária e da sua relação com o texto, a segunda, constituída por textos mais propriamente críticos, analisa obras de importantes autores portugueses, de Eça a Vergílio Ferreira, de Camilo a Agustina e a Jorge de Sena, entre vários outros, a terceira parte faz um balanço sobre a literatura portuguesa, nomeadamente a partir dos anos 40, situando-a em relação a novas (e inovadoras) formas de pensar os problemas da criação literária.
Sinopse
Entre Crítica e Literatura não há nem concorrência, nem oposição, nem convergência. Há comparticipação na mesma liturgia do ´Imaginário´ que ambas celebram, uma criando-a, a outra lendo-o e recriando-o numa espécie de infelicidade sublime a meio caminho entre o eco e a metáfora. Esta passagem de «O Canto do Signo» é emblemática do pensamento que constitui o fio condutor ao longo de todas as páginas deste volume. Aqui se reúnem artigos e ensaios que se encontravam dispersos, escritos entre os anos 50 e 90. As três grandes partes ocupam-se, a primeira, da crítica literária e da sua relação com o texto, a segunda, constituída por textos mais propriamente críticos, analisa obras de importantes autores portugueses, de Eça a Vergílio Ferreira, de Camilo a Agustina e a Jorge de Sena, entre vários outros, a terceira parte faz um balanço sobre a literatura portuguesa, nomeadamente a partir dos anos 40, situando-a em relação a novas (e inovadoras) formas de pensar os problemas da criação literária.
Ficha Técnica
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