A olhar para poemas escritos há doze anos.
E cuja autoridade se tem negado, Sente-se que se mudou.
Que se é agora mais indulgente
Com esses imprecisos restos.
Escrevia-se poemas à Ulalume
Estimulando a impressão indefinida,
Insinuando um prazer vago.
A pedra continua imóvel e vê-se
Que não podia mover-se então.
Mas o tempo cura tudo:Inúteis e pinturescos os nomes falsos,
Escrúpulos antigos! Quando se amadurece,
O nó intrinsicado complica-se.
E assim a dúvida cresce de
Que se possa alguma vez conhecer
A ideia próxima de morte Ou, lá fora, o barco a deslizar no rio.
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Sinopse
A olhar para poemas escritos há doze anos.
E cuja autoridade se tem negado, Sente-se que se mudou.
Que se é agora mais indulgente
Com esses imprecisos restos.
Escrevia-se poemas à Ulalume
Estimulando a impressão indefinida,
Insinuando um prazer vago.
A pedra continua imóvel e vê-se
Que não podia mover-se então.
Mas o tempo cura tudo:Inúteis e pinturescos os nomes falsos,
Escrúpulos antigos! Quando se amadurece,
O nó intrinsicado complica-se.
E assim a dúvida cresce de
Que se possa alguma vez conhecer
A ideia próxima de morte Ou, lá fora, o barco a deslizar no rio.
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