Trata-se
do primeiro romance de Marcelo Mirisola, e apresenta-se, desde logo,
sem vestígios de estrutura narrativa convencional. O Azul do Filho Morto
percorre o lado obscuro da vida da classe média (pais, avós,
empregadas, vizinhos, namoradas, prostitutas…), elaborando um retrato
desconcertante da geração dos anos 1970/80.
Sinopse
Ficha Técnica
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