A analogia com o único espaço do Templo de Jerusalém, até onde era permitida a presença dos gentios, facilita a idealização de um «lugar» para o encontro da heterogeneidade religiosa, nos nossos dias. Encontrado esse «não-espaço», impõe-se saber «qual é a natureza do encontro entre crentes e não-crentes». Um dos autores coletados – o cardeal Ravasi – indica alguns dos requisitos necessários para o sucesso desse encontro: «O encontro entre crentes e não-crentes tem lugar, quando se deixam para trás apologéticas ferozes e desmistificações devastadoras e se tira o manto cinzento da superficialidade e da indiferença que sepulta a ânsia profunda de busca e, ao invés, se revelam as razões profundas da esperança do crente e da expectação do agnóstico.»
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