“O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto.”A edição da obra é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica de rádio de Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa ainda com António Macedo, com quem Machado Vaz fazia o programa no início. O CD contém ainda um tema musical “Mother Nature’s Son”, interpretado por João Vaz.Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: “De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’”. Mais adiante lê-se “O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto.”Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
Médico psiquiatra, Júlio Guilherme Ferreira Machado Vaz nasceu no dia 16 de Outubro de 1949, na cidade do Porto. Esta cidade, aliás, é a sua cidade eleita desde...
Sinopse
“O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto.”A edição da obra é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica de rádio de Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa ainda com António Macedo, com quem Machado Vaz fazia o programa no início. O CD contém ainda um tema musical “Mother Nature’s Son”, interpretado por João Vaz.Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: “De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’”. Mais adiante lê-se “O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto.”Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.Ficha Técnica
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