M. Teixeira-Gomes, tal como na sua obra se nos apresenta ou tal como em
certas personagens se projecta, está longe de ser um gozador
desenfreado, à maneira de Casanova, ou um perseguidor do infinito no
finito dos corpos, à maneira de Don Juan. Homo eroticus, sim; mas
buscando, acima de tudo, a harmonia entre o sentimento e a sensação, o
equilíbrio da emoção e da volúpia.
Sinopse
Ficha Técnica
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