Em tempos conturbados, social e economicamente, o autor manifesta-se “pacificamente” pela poesia. Alerta-nos para a necessidade de despertar consciências, de lançarmos as fundações de uma "Nova Era" que terá de brotar do interior de cada um; terá de ser do renascer individual que se conjugarão sociedades renovadas. Através de uma poesia interventiva, leva o leitor a auto-questionar-se: quem sou e o que pretendo fazer? Que caminho seguir? Como posso influenciar positivamente a sociedade onde vivo? (...Estando desperto, novos horizontes serão alcançados. Saberá quando dizer «sim» ou «não» e escolherá o seu trilho.O futuro começa hoje na definição de cada carácter». José Belo Vieira, "Do Prefácio"
Sinopse
Em tempos conturbados, social e economicamente, o autor manifesta-se “pacificamente” pela poesia. Alerta-nos para a necessidade de despertar consciências, de lançarmos as fundações de uma "Nova Era" que terá de brotar do interior de cada um; terá de ser do renascer individual que se conjugarão sociedades renovadas. Através de uma poesia interventiva, leva o leitor a auto-questionar-se: quem sou e o que pretendo fazer? Que caminho seguir? Como posso influenciar positivamente a sociedade onde vivo?
(...Estando desperto, novos horizontes serão alcançados. Saberá quando dizer «sim» ou «não» e escolherá o seu trilho.O futuro começa hoje na definição de cada carácter». José Belo Vieira, "Do Prefácio"
Ficha Técnica
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