Naquela tarde, chuvosa e quente, ainda hoje tão presente na minha memória, aprendi que se dá valor às coisas não pelo que valem mas pelo que significam... Não será sempre assim, mas desta vez não me restam dúvidas. A vantagem de viajar é que vamos, em última instância à procura de nós mesmos. E há viagens sem regresso, sem possibilidade de qualquer repetição, porque só acontecem de certa forma uma vez. Quando isto sucede, ficamos cativos num horizonte despido de qualquer vaidade ou presunção, expostos para sempre a um sentir que faz os cantos dos lábios arquearem-se num sorriso vago e distante, sentindo a mágoa de um adeus, no desejo de um reencontro que nunca acontecerá.
Maria João Castro trabalhou mais de uma década na área da sua formação académica, o Turismo. Presentemente é investigadora do Instituto de História de Arte da Universidade Nova de...
Sinopse
Naquela tarde, chuvosa e quente, ainda hoje tão presente na minha memória, aprendi que se dá valor às coisas não pelo que valem mas pelo que significam... Não será sempre assim, mas desta vez não me restam dúvidas. A vantagem de viajar é que vamos, em última instância à procura de nós mesmos. E há viagens sem regresso, sem possibilidade de qualquer repetição, porque só acontecem de certa forma uma vez. Quando isto sucede, ficamos cativos num horizonte despido de qualquer vaidade ou presunção, expostos para sempre a um sentir que faz os cantos dos lábios arquearem-se num sorriso vago e distante, sentindo a mágoa de um adeus, no desejo de um reencontro que nunca acontecerá.Ficha Técnica
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