Nosso Musseque, escrito na prisão da PIDE em Luanda entre Dezembro de 1961 e Abril de 1962, manteve-se até hoje inédito. A sua publicação agora, 40 anos depois de ter sido escrito, revela um Luandino Vieira no seu melhor: um retrato do musseque luandense, retrato físico, paisagístico e humano, que só um grande escritor pode conseguir. A galeria de figuras humanas que o romance nos apresenta — Carmindinha, a jovem costureira, Capitão Abano, marinheiro de cabotagem, sô Augusto, o electricista, derrotado pela vida e convencido de que a pode derrotar com o seu famoso livro, Albertina, a prostituta branca do musseque, que vende e dá amor às mãos largas, Zito, o endiabrado conquistador compulsivo, e tantos, tantos outros, constituem um vasto mundo que, pela arte com que está apresentado neste livro, fascina o leitor e o arrasta irremediavelmente para dentro de si.Nosso Musseque é, repetimos, Luandino Vieira no seu melhor.
Sinopse
Nosso Musseque, escrito na prisão da PIDE em Luanda entre Dezembro de 1961 e Abril de 1962, manteve-se até hoje inédito. A sua publicação agora, 40 anos depois de ter sido escrito, revela um Luandino Vieira no seu melhor: um retrato do musseque luandense, retrato físico, paisagístico e humano, que só um grande escritor pode conseguir. A galeria de figuras humanas que o romance nos apresenta — Carmindinha, a jovem costureira, Capitão Abano, marinheiro de cabotagem, sô Augusto, o electricista, derrotado pela vida e convencido de que a pode derrotar com o seu famoso livro, Albertina, a prostituta branca do musseque, que vende e dá amor às mãos largas, Zito, o endiabrado conquistador compulsivo, e tantos, tantos outros, constituem um vasto mundo que, pela arte com que está apresentado neste livro, fascina o leitor e o arrasta irremediavelmente para dentro de si.Nosso Musseque é, repetimos, Luandino Vieira no seu melhor.Ficha Técnica
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