O que aqui se edita é uma colectânea de artigos publicados na "Sábado" desde 2006 e no "Diário de Notícias" desde 2007. Tal como os artigos, a escolha foi estritamente pessoal e, entre outros critérios, pretendeu salvar os textos menos datados. Ou os menos amarrados à vidinha partidária. Se a periodicidade semanal das crónicas atenua a repetição, num mesmo volume supõe-se haver um limite para a quantidade de referências ao eng. Sócrates que o leitor médio é capaz de suportar. Espero ter encontrado esse limite e ficado do lado de cá.Da nota introdutória de Alberto GonçalvesCronistas a escrever coisas engraçadas, a redigir artigos pseudo-eruditos ou a comentar as teias da política há-os por aí, como o alecrim, aos montes. Alguém que albergue no seu espírito uma weltanschauung própria é, pelo contrário, coisa rara. Ora, ele tem o mérito de possuir ideias originais e de saber olhar o que o rodeia. Não quero rotular o seu pensamento, mas uma coisa é certa: como eu, Alberto Gonçalves gostaria de viver num país livre, culto e plural.Do prefácio de Maria Filomena Mónica
Sinopse
O que aqui se edita é uma colectânea de artigos publicados na "Sábado" desde 2006 e no "Diário de Notícias" desde 2007. Tal como os artigos, a escolha foi estritamente pessoal e, entre outros critérios, pretendeu salvar os textos menos datados. Ou os menos amarrados à vidinha partidária. Se a periodicidade semanal das crónicas atenua a repetição, num mesmo volume supõe-se haver um limite para a quantidade de referências ao eng. Sócrates que o leitor médio é capaz de suportar. Espero ter encontrado esse limite e ficado do lado de cá.Da nota introdutória de Alberto GonçalvesCronistas a escrever coisas engraçadas, a redigir artigos pseudo-eruditos ou a comentar as teias da política há-os por aí, como o alecrim, aos montes. Alguém que albergue no seu espírito uma weltanschauung própria é, pelo contrário, coisa rara. Ora, ele tem o mérito de possuir ideias originais e de saber olhar o que o rodeia. Não quero rotular o seu pensamento, mas uma coisa é certa: como eu, Alberto Gonçalves gostaria de viver num país livre, culto e plural.Do prefácio de Maria Filomena MónicaFicha Técnica
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