Um livro absolutamente fora do comum.»PsychologiesNo seu livro Diálogo com a Morte, Marie de Hennezel apresenta um testemunho único sobre o acompanhamento dos moribundos. Impressionado, François Mitterrand prefaciou o livro que sensibilizou centenas de milhares de leitores, em vários países, incluindo Portugal, onde, recentemente, foi lançada a sexta edição.Em Morrer de Olhos Abertos, a autora medita, uma vez mais, sobre o fim da vida, num mundo em que a morte parece ter deixado de ser olhada como uma coisa «natural», ao mesmo tempo que coloca questões importantes, como, por exemplo, o sentido da vida diante da morte ou o modo de saber morrer (viver) lucidamente.Tratando-se, na prática, de uma reflexão profunda sobre a aproximação da morte e o modo de conseguir viver com lucidez esses momentos, Marie de Hennezel toma por base a experiência do seu amigo, o filósofo Yvan Amar, que, vítima de uma doença incurável, escolheu morrer «de olhos abertos». Contou, para tanto, com a colaboração e a experiência da mulher desse seu amigo, Nadège Amar.«Como morrer? Se existe uma resposta, poucos testemunhos a podem inspirar com tanta energia como este.»(François Mitterrand)«Cada um de nós pode preparar-se para a morte - de que desconhecemos o dia e a hora - vivendo tanto quanto possível de acordo com os próprios valores, vivendo o mais conscientemente possível. Cada um de nós pode aproximar-se da morte, olhando-a de frente, se não negarmos a morte, se os que estão à nossa volta a aceitam, se há suficiente verdade e amor em redor daquele que vai morrer.»
Sinopse
Um livro absolutamente fora do comum.»PsychologiesNo seu livro Diálogo com a Morte, Marie de Hennezel apresenta um testemunho único sobre o acompanhamento dos moribundos. Impressionado, François Mitterrand prefaciou o livro que sensibilizou centenas de milhares de leitores, em vários países, incluindo Portugal, onde, recentemente, foi lançada a sexta edição.Em Morrer de Olhos Abertos, a autora medita, uma vez mais, sobre o fim da vida, num mundo em que a morte parece ter deixado de ser olhada como uma coisa «natural», ao mesmo tempo que coloca questões importantes, como, por exemplo, o sentido da vida diante da morte ou o modo de saber morrer (viver) lucidamente.Tratando-se, na prática, de uma reflexão profunda sobre a aproximação da morte e o modo de conseguir viver com lucidez esses momentos, Marie de Hennezel toma por base a experiência do seu amigo, o filósofo Yvan Amar, que, vítima de uma doença incurável, escolheu morrer «de olhos abertos». Contou, para tanto, com a colaboração e a experiência da mulher desse seu amigo, Nadège Amar.«Como morrer? Se existe uma resposta, poucos testemunhos a podem inspirar com tanta energia como este.»(François Mitterrand)«Cada um de nós pode preparar-se para a morte - de que desconhecemos o dia e a hora - vivendo tanto quanto possível de acordo com os próprios valores, vivendo o mais conscientemente possível. Cada um de nós pode aproximar-se da morte, olhando-a de frente, se não negarmos a morte, se os que estão à nossa volta a aceitam, se há suficiente verdade e amor em redor daquele que vai morrer.»Ficha Técnica
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