MODERNIDADE DO IMAGINÁRIO PORTUGUÊS é um livro raro. Daí o cuidado posto na sua apresentação, com letras gravadas a ouro na capa. Raro porque se trata da visão de alguém que, partindo da cidade das luzes aterra numa capital desconhecida, de um país desconhecido (Portugal), num momento conturbado (1974), acabando por se apaixonar por esse país e pela sua cultura e depois transmite o que viu, o que viveu, quem encontrou, sobretudo no campo das letras. Encarregado de Missão, junto da Embaixada de França, na áreacultural, Pascal Fleury partiu, mas não levou consigo o resultadodas suas reflexões. Deixou-as no papel, em muitos papéis dejornal que, salvo raras excepções, voaram. Seria pena que setivessem perdido definitivamente. Graças a um amigo, José LuísMonteiro, que as coligiu, permanecerão e serão o testemunho doapreço do Autor pela cultura portuguesa e pelos seus cultores, queele continua a enaltecer e divulgar, observados através de umaobjectiva, muito objectiva, porque isenta dos preconceitos quetantas vezes nos estragam a análise do que somos e do quevalemos.*Pascal Fleury com que refrescante inteligência e sensi-bilidade lê os nossos poetas e reflecte sobre a maneiralusade estar no mundo! Ele não é apenas um notávelhomem de letras, um professor, um pensador e um artista,como os melhores poetas, participa também da essênciado profeta, os seus ensaios são amiúde como sintéticossermões, de alto sentido hermenêutico. Neles e usandotermos do Autor – o organismo triunfa sobrea organi-zação, a novidade sensível sobre o lugar comum, a alusãosobre o impudor, a dicção sobre a erudição morta, con-duzindo o leitor – ia a dizer o ouvinte, tanto respira a suapalavra – a conceber o que seja a Graça.In Prefácio de José Maria Lima de Freitas
Sinopse
MODERNIDADE DO IMAGINÁRIO PORTUGUÊS é um livro raro. Daí o cuidado posto na sua apresentação, com letras gravadas a ouro na capa. Raro porque se trata da visão de alguém que, partindo da cidade das luzes aterra numa capital desconhecida, de um país desconhecido (Portugal), num momento conturbado (1974), acabando por se apaixonar por esse país e pela sua cultura e depois transmite o que viu, o que viveu, quem encontrou, sobretudo no campo das letras. Encarregado de Missão, junto da Embaixada de França, na áreacultural, Pascal Fleury partiu, mas não levou consigo o resultadodas suas reflexões. Deixou-as no papel, em muitos papéis dejornal que, salvo raras excepções, voaram. Seria pena que setivessem perdido definitivamente. Graças a um amigo, José LuísMonteiro, que as coligiu, permanecerão e serão o testemunho doapreço do Autor pela cultura portuguesa e pelos seus cultores, queele continua a enaltecer e divulgar, observados através de umaobjectiva, muito objectiva, porque isenta dos preconceitos quetantas vezes nos estragam a análise do que somos e do quevalemos.*Pascal Fleury com que refrescante inteligência e sensi-bilidade lê os nossos poetas e reflecte sobre a maneiralusade estar no mundo! Ele não é apenas um notávelhomem de letras, um professor, um pensador e um artista,como os melhores poetas, participa também da essênciado profeta, os seus ensaios são amiúde como sintéticossermões, de alto sentido hermenêutico. Neles e usandotermos do Autor – o organismo triunfa sobrea organi-zação, a novidade sensível sobre o lugar comum, a alusãosobre o impudor, a dicção sobre a erudição morta, con-duzindo o leitor – ia a dizer o ouvinte, tanto respira a suapalavra – a conceber o que seja a Graça.In Prefácio de José Maria Lima de FreitasFicha Técnica
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