Com este volume, Deleuze e Guattari concluíram Capitalismo e Esquizofrenia, iniciado com O Anti-Édipo (publicado em 2004 pela Assírio & Alvim).O livro foi publicado pela primeira vez em 1972, pelas Éditions de Minuit, incluindo alguns textos anteriormente dados à estampa de forma independente (como Rizoma” ou Como construir um corpo sem órgãos”, que correspondem às partes 1 e 6 do presente volume). E é precisamente aqui que reside uma das particularidades mais interessantes de Mil Planaltos, porque a sua organização não se processa por capítulos. A palavra a usar é antes planalto”. O conceito, inédito, procura exprimir a possibilidade de ler cada uma das partes (planaltos) deste livro de forma independente (ou relativamente independente). Porém, o livro continua a ser um todo. Como um mil folhas, em que todas as folhas estão presas, mas podem ser separadas - o significado do todo coeso não é o mesmo que o das partes separadas, embora os elementos estejam todos presentes. Passa-se o mesmo com Mil Planaltos.Capitalismo e Esquizofrenia 2 não procura apenas questionar o marxismo, como também todas as teorias da comunicação e da informação que fazem uso da sistematização. Analisam-se aqui, entre outros planaltos, a História, a Filosofia, a Psiquiatria, a Música e a Linguística. Aqui utilizámos tudo o que nos aproximava, o mais próximo e o mais longínquo”, afirmam os autores na introdução. Assim, em Mil Planaltos há uma certa vontade de encontro, mas, ao mesmo tempo, recorre-se ao pseudónimo e à ideia de que a palavra nos multiplica.
Sinopse
Com este volume, Deleuze e Guattari concluíram Capitalismo e Esquizofrenia, iniciado com O Anti-Édipo (publicado em 2004 pela Assírio & Alvim).O livro foi publicado pela primeira vez em 1972, pelas Éditions de Minuit, incluindo alguns textos anteriormente dados à estampa de forma independente (como Rizoma” ou Como construir um corpo sem órgãos”, que correspondem às partes 1 e 6 do presente volume). E é precisamente aqui que reside uma das particularidades mais interessantes de Mil Planaltos, porque a sua organização não se processa por capítulos. A palavra a usar é antes planalto”. O conceito, inédito, procura exprimir a possibilidade de ler cada uma das partes (planaltos) deste livro de forma independente (ou relativamente independente). Porém, o livro continua a ser um todo. Como um mil folhas, em que todas as folhas estão presas, mas podem ser separadas - o significado do todo coeso não é o mesmo que o das partes separadas, embora os elementos estejam todos presentes. Passa-se o mesmo com Mil Planaltos.Capitalismo e Esquizofrenia 2 não procura apenas questionar o marxismo, como também todas as teorias da comunicação e da informação que fazem uso da sistematização. Analisam-se aqui, entre outros planaltos, a História, a Filosofia, a Psiquiatria, a Música e a Linguística. Aqui utilizámos tudo o que nos aproximava, o mais próximo e o mais longínquo”, afirmam os autores na introdução. Assim, em Mil Planaltos há uma certa vontade de encontro, mas, ao mesmo tempo, recorre-se ao pseudónimo e à ideia de que a palavra nos multiplica.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)