«O Vampiro de Curitiba ficou na saudade. Já não precisa mais ficar parado na esquina, mão no bolso, escondendo a pata cabeluda do lobisomem, esperando o beijo da virgem, mordida de taturana. Dalton Trevisan já o pendurou no armário, ao lado do calendário de santinhos. E partiu, aventuroso poeta dos dramas minúsculos/maiúsculos da cidade. À revelação arrebatadora dos seus novos e riquíssimos personagens, sempre iguais na aparência, sempre diferentes na essência. O que aparece também neste Meu Querido Assassino é uma nova surpresa de um escritor cada vez melhor, reservada sobretudo àqueles que se cristalizaram na facilidade de, lendo mal, achar que a verdade se ajusta ao lugar-comum da incopetência: "Mas ele escreve sempre o mesmo livro!". Erotismo pânico - como bem escreveu M. Cavalcanti Proença - moral anárquica, humor impiedoso, Dalton junta mais de 16 contos à sua obra, 16 pérolas engastadas na jóia com as iniciais D.T. gravadas. Triângulos amorosos, adultérios, seduções, assassinatos, espancamentos, estupros. Amor e ódio. O mundo de Dalton. Violência e Kitsch, denúncia e chanchada:Meu Querido Assassino fascina o leitor como aquele broche de madrepérola no decote do veludo. Com seu estilo guerrilheiro de diálogos certeiros, de elipses alucinantes, de imagens inesperadas que visam à razão e à emoção dos leitores, esses pobres fantoches manipulados pelo mefistofélico e mirabolante autor. Com tais artes e mágicas, para que Dalton precisa ainda de um velho vampiro?» (Geraldo Galvão Ferraz)
Sinopse
«O Vampiro de Curitiba ficou na saudade. Já não precisa mais ficar parado na esquina, mão no bolso, escondendo a pata cabeluda do lobisomem, esperando o beijo da virgem, mordida de taturana. Dalton Trevisan já o pendurou no armário, ao lado do calendário de santinhos. E partiu, aventuroso poeta dos dramas minúsculos/maiúsculos da cidade. À revelação arrebatadora dos seus novos e riquíssimos personagens, sempre iguais na aparência, sempre diferentes na essência. O que aparece também neste Meu Querido Assassino é uma nova surpresa de um escritor cada vez melhor, reservada sobretudo àqueles que se cristalizaram na facilidade de, lendo mal, achar que a verdade se ajusta ao lugar-comum da incopetência: "Mas ele escreve sempre o mesmo livro!". Erotismo pânico - como bem escreveu M. Cavalcanti Proença - moral anárquica, humor impiedoso, Dalton junta mais de 16 contos à sua obra, 16 pérolas engastadas na jóia com as iniciais D.T. gravadas. Triângulos amorosos, adultérios, seduções, assassinatos, espancamentos, estupros. Amor e ódio. O mundo de Dalton. Violência e Kitsch, denúncia e chanchada:Meu Querido Assassino fascina o leitor como aquele broche de madrepérola no decote do veludo. Com seu estilo guerrilheiro de diálogos certeiros, de elipses alucinantes, de imagens inesperadas que visam à razão e à emoção dos leitores, esses pobres fantoches manipulados pelo mefistofélico e mirabolante autor. Com tais artes e mágicas, para que Dalton precisa ainda de um velho vampiro?» (Geraldo Galvão Ferraz)Ficha Técnica
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