Metamorfoses não é um livro. Metamorfoses é uma visão assombrada pela vertigem, e emoções impugnadas por um olhar precocemente amadurecido. Cada página, uma asa efémera trespassada pelo verbo, tal flecha espelhada reflectindo implacavelmente, por entre o caos, uma única certeza: a de que toda a transformação comporta, em si, um futuro. Mas Metamorfoses é, acima de tudo, um exercício através do qual um olhar prematuro se vira, ora do avesso, para o seu interior, ora para fora, enfrentando a paisagem, perscrutando o quotidiano para, fazendo da tinta seu sangue, o tornar poema.
Sinopse
Metamorfoses não é um livro. Metamorfoses é uma visão assombrada pela vertigem, e emoções impugnadas por um olhar precocemente amadurecido. Cada página, uma asa efémera trespassada pelo verbo, tal flecha espelhada reflectindo implacavelmente, por entre o caos, uma única certeza: a de que toda a transformação comporta, em si, um futuro. Mas Metamorfoses é, acima de tudo, um exercício através do qual um olhar prematuro se vira, ora do avesso, para o seu interior, ora para fora, enfrentando a paisagem, perscrutando o quotidiano para, fazendo da tinta seu sangue, o tornar poema.Ficha Técnica
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