O pior: um regime político inédito, o totalitarismo, cujas duas variantes, comunismo e nazismo, provocaram a morte de milhões de seres humanos, a tortura, a deportação, a humilhação de outros milhões, e, no entanto, os seus protagonistas visavam o bem, não o mal. Felizmente para nós, a democracia venceu, mas ela própria não está imunizada contra a tentação do bem, que pode conduzi-la a cultivar, em casa, o «moralmente correcto» e a lançar, no estrangeiro, as suas bombas, atómicas ou «humanitárias». O melhor: alguns indivíduos de destino dramático, de lucidez impiedosa, marcos luminosos num século de trevas, que continuaram apesar de tudo a acreditar que o homem deve continuar a ser o fim do homem, eles ajudam-nos hoje a não ceder ao desespero. Vassili Grossman e Margaret Buber-Neumann, David Rousset e Primo Levi, Romain Gary e Germaine Tillion mostram-nos como se pode resistir ao mal sem nos tomarmos por uma incarnação do bem. Este livro descreve uma coisa e outra.O bom uso da memória é aquele que serve uma causa justa, não o que se contenta em reproduzir o passado.
Sinopse
O pior: um regime político inédito, o totalitarismo, cujas duas variantes, comunismo e nazismo, provocaram a morte de milhões de seres humanos, a tortura, a deportação, a humilhação de outros milhões, e, no entanto, os seus protagonistas visavam o bem, não o mal. Felizmente para nós, a democracia venceu, mas ela própria não está imunizada contra a tentação do bem, que pode conduzi-la a cultivar, em casa, o «moralmente correcto» e a lançar, no estrangeiro, as suas bombas, atómicas ou «humanitárias». O melhor: alguns indivíduos de destino dramático, de lucidez impiedosa, marcos luminosos num século de trevas, que continuaram apesar de tudo a acreditar que o homem deve continuar a ser o fim do homem, eles ajudam-nos hoje a não ceder ao desespero. Vassili Grossman e Margaret Buber-Neumann, David Rousset e Primo Levi, Romain Gary e Germaine Tillion mostram-nos como se pode resistir ao mal sem nos tomarmos por uma incarnação do bem. Este livro descreve uma coisa e outra.O bom uso da memória é aquele que serve uma causa justa, não o que se contenta em reproduzir o passado.Ficha Técnica
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