(. . . ) Cerca de 1970 (faleceria em 1972), e tendo publicado em São Paulo oito volumes de ensaios e feito reunir em Portugal, em 1969, um volume de Poesia Completa (com obras escritas entre 1954 e 1969, já no Brasil), Casais Monteiro pensou em coligir um certo número de artigos - «passíveis de integrar um livro que poderia chamar-se 'Melancolia do Progresso'». (. . . ) e respeitando o título sugerido pelo autor (com a obrigação lógica de abrir o volume com o texto assim intitulado), foi possível estabelecer uma sequência, ou três sequências, de textos. Ela é da responsabilidade do Prof. João Paulo Monteiro, filho do autor e seu companheiro no Brasil, (. . . ). (. . . ) O texto inicial, determinante do título geral do volume, não aparece datado nem datável com indiscutível rigor, dado que não há recorte de jornal de sua publicação, meados de anos 50 parece provável, e já produzido no Brasil. Ele dá razão à sugestão do autor pelo tema que aborda e que, em larga medida, oferece sentido aos textos todos. Se, como logo se vê, eles só tangencialmente se referem a literatura, como outros textos em outros livros do autor, aqui trata-se sempre de ética e de humanismo, em sua consequência. Assim, respondem eles a preocupações profundas de quem os escreveu - que eram as preocupações maiores dos intelectuais «de esquerda» do seu tempo, antes da guerra de 1939 e depois da paz de 1945, (. . . )
Sinopse
(. . . ) Cerca de 1970 (faleceria em 1972), e tendo publicado em São Paulo oito volumes de ensaios e feito reunir em Portugal, em 1969, um volume de Poesia Completa (com obras escritas entre 1954 e 1969, já no Brasil), Casais Monteiro pensou em coligir um certo número de artigos - «passíveis de integrar um livro que poderia chamar-se 'Melancolia do Progresso'». (. . . ) e respeitando o título sugerido pelo autor (com a obrigação lógica de abrir o volume com o texto assim intitulado), foi possível estabelecer uma sequência, ou três sequências, de textos. Ela é da responsabilidade do Prof. João Paulo Monteiro, filho do autor e seu companheiro no Brasil, (. . . ). (. . . ) O texto inicial, determinante do título geral do volume, não aparece datado nem datável com indiscutível rigor, dado que não há recorte de jornal de sua publicação, meados de anos 50 parece provável, e já produzido no Brasil. Ele dá razão à sugestão do autor pelo tema que aborda e que, em larga medida, oferece sentido aos textos todos. Se, como logo se vê, eles só tangencialmente se referem a literatura, como outros textos em outros livros do autor, aqui trata-se sempre de ética e de humanismo, em sua consequência. Assim, respondem eles a preocupações profundas de quem os escreveu - que eram as preocupações maiores dos intelectuais «de esquerda» do seu tempo, antes da guerra de 1939 e depois da paz de 1945, (. . . )Ficha Técnica
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