O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é
um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca
foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a
pneumónica, a mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na
ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e
sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é
assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918. Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado
em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei,
utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser
reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as
virtualidades da polícia científica. Os resultados são inesperados e é
um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao
longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as
esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para
a cidade que hoje vivemos.
Sinopse
Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as virtualidades da polícia científica. Os resultados são inesperados e é um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para a cidade que hoje vivemos.
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)