Para os revolucionários a história é para fazer: com lucidez, num
quotidiano trabalho endógeno da contrariedade do real, nos seus meandros
e nas suas vicissitudes. «Para os revolucionários que ao "nome" juntam a
"coisa", a história não é para antecipar, em ficcionadas visões
apoteóticas do maravilhoso que vai ser, e de como há-de ser.
Sinopse
Ficha Técnica
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