Mármore é um projecto que levou Pedro Letria a países como Palestina, Inglaterra, Índia, Bósnia-Herzegovina e República Democrática do Congo, e no qual trabalhou durante vários anos. Da sala de autópsias do Instituto de Medicina Legal em Lisboa a uma esquadra de polícia em Diu, de um campo de refugiados sérvio-bósnio a uma empresa madeireira no Congo, da maternidade de Gaza ao primeiro salão erótico de Lisboa, as 44 fotografias deste livro criam uma narrativa única. As imagens aqui reproduzidas têm qualquer coisa a ver com o trabalho e com a vida de todos os dias, mas certamente em quantidade insuficiente para poder qualificar este livro como um levantamento com credenciais documentárias. Em vez disso apresentam-nos a outro tipo de obra, mais frequentemente associado à literatura e, em particular, à poesia. A poesia envolve-se com as possibilidades da linguagem e pede-nos que reflictamos sobre o que sabemos, e quanto mais subliminar for esse conhecimento, melhor será o poema.”Na história do medium não existe nada como Mármore, nada com o seu alcance epistemológico. É verdade que até certo ponto é um relatório sobre o estado do mundo, mas é mais ainda um convite para compreendermos como nos podemos relacionar com tudo o que é.”Ian Jeffrey, historiador de fotografia e professor no Goldsmiths College de Londres.
Sinopse
Mármore é um projecto que levou Pedro Letria a países como Palestina, Inglaterra, Índia, Bósnia-Herzegovina e República Democrática do Congo, e no qual trabalhou durante vários anos. Da sala de autópsias do Instituto de Medicina Legal em Lisboa a uma esquadra de polícia em Diu, de um campo de refugiados sérvio-bósnio a uma empresa madeireira no Congo, da maternidade de Gaza ao primeiro salão erótico de Lisboa, as 44 fotografias deste livro criam uma narrativa única. As imagens aqui reproduzidas têm qualquer coisa a ver com o trabalho e com a vida de todos os dias, mas certamente em quantidade insuficiente para poder qualificar este livro como um levantamento com credenciais documentárias. Em vez disso apresentam-nos a outro tipo de obra, mais frequentemente associado à literatura e, em particular, à poesia. A poesia envolve-se com as possibilidades da linguagem e pede-nos que reflictamos sobre o que sabemos, e quanto mais subliminar for esse conhecimento, melhor será o poema.”Na história do medium não existe nada como Mármore, nada com o seu alcance epistemológico. É verdade que até certo ponto é um relatório sobre o estado do mundo, mas é mais ainda um convite para compreendermos como nos podemos relacionar com tudo o que é.”Ian Jeffrey, historiador de fotografia e professor no Goldsmiths College de Londres.Ficha Técnica
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