Integrado no amplo movimento poético do saudosismo, cujo chefe incontestado foi Teixeira de Pascoaes, Mário Beirão (1892-1965) é autor de uma obra de invulgar qualidade literária, iniciada aos 21 anos, com o volume O Último Lusíada (1913) e de que fazem parte mais sete livros de poemas - Ausente (1915), Lusitânia (1917), Pastorais (1923), A Noite Humana (1928), Novas Estrelas (1940), Mar de Cristo (1957) e O Pão da Ceia (1964), além de um livro de impressões de viagens, Oiro de Cinza (1946), aqui pela primeira vez reunidos. Como ele escreveu David Mourão-Ferreira, «cantor dos campos de Beja, das pedras da cidade e das ascéticas planuras do seu termo, da bravia austeridade das suas gentes, Mário Beirão foi igualmente um predestinado aedo de todos os cantos da vasta Casa Lusitana e, ao mesmo tempo, um grande lírico repartido entre a sondagem metafísica da alma e o franciscano louvor dos aspectos mais simples da natureza e da existência».
Sinopse
Integrado no amplo movimento poético do saudosismo, cujo chefe incontestado foi Teixeira de Pascoaes, Mário Beirão (1892-1965) é autor de uma obra de invulgar qualidade literária, iniciada aos 21 anos, com o volume O Último Lusíada (1913) e de que fazem parte mais sete livros de poemas - Ausente (1915), Lusitânia (1917), Pastorais (1923), A Noite Humana (1928), Novas Estrelas (1940), Mar de Cristo (1957) e O Pão da Ceia (1964), além de um livro de impressões de viagens, Oiro de Cinza (1946), aqui pela primeira vez reunidos. Como ele escreveu David Mourão-Ferreira, «cantor dos campos de Beja, das pedras da cidade e das ascéticas planuras do seu termo, da bravia austeridade das suas gentes, Mário Beirão foi igualmente um predestinado aedo de todos os cantos da vasta Casa Lusitana e, ao mesmo tempo, um grande lírico repartido entre a sondagem metafísica da alma e o franciscano louvor dos aspectos mais simples da natureza e da existência».Ficha Técnica
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