A presente edição de Mar Novo integra-se num novo plano de publicação da Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen. Para além da fixação definitiva do texto, a cargo de Luís Manuel Gaspar, regressa-se à edição autónoma de cada um dos livros de poemas da autora.Mar Novo, quinto livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, teve uma edição autónoma (Lisboa, Guimarães Editores, 1958) e foi reeditado em conjunto com o livro anterior (No Tempo Dividido e Mar Novo, Lisboa, Edições Salamandra, 1985). Em nota da autora inserida no início desta reedição pode ler-se:Nas suas primeiras edições, (No Tempo Dividido (1954) e Mar Novo (1958) foram publicados separadamente.São agora reunidos num só volume, pois pertencem a um mesmo "ciclo" e são na realidade um mesmo livro.De ambos os textos foram retirados alguns poemas: ou porque eram ecos diluídos de temas antigos ou porque eram o aflorar indeciso de temas futuros.Mar Novo foi incluído, autonomamente e com novas variantes, em Obra Poética II, Lisboa, Editorial Caminho, 1991.A presente edição definitiva respeita as emendas da autora a esta última versão e inclui vários poemas que nela não figuravam, retomados das edições anteriores: Dia, "A memória de ti calma e antiga", "Ó Poesia sonhei que fosses tudo", "Esquemáticos caminhos", Náufrago, Sequência, A Apaixonada, Electra, "Porque nos outros há sempre qualquer nojo", Os Navegadores e Deus É no Dia.O título deste livro é o do projecto vencedor, em 1955, do concurso internacional para a construção, em Sagres, de um monumento ao Infante D. Henrique. O projecto, do Arq. João Andresen, irmão de Sophia, e seus colaboradores, entre os quais Barata Feyo e Júlio Resende, seria inviabilizado por decisão governamental no ano seguinte.A revisão de texto obedece às normas ortográficas vigentes, excepto nos casos em que a autora deliberadamente delas se afasta, e que têm um exemplo significativo na palavra "dansava"Luís Manuel Gaspar
Sinopse
A presente edição de Mar Novo integra-se num novo plano de publicação da Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen. Para além da fixação definitiva do texto, a cargo de Luís Manuel Gaspar, regressa-se à edição autónoma de cada um dos livros de poemas da autora.Mar Novo, quinto livro de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen, teve uma edição autónoma (Lisboa, Guimarães Editores, 1958) e foi reeditado em conjunto com o livro anterior (No Tempo Dividido e Mar Novo, Lisboa, Edições Salamandra, 1985). Em nota da autora inserida no início desta reedição pode ler-se:Nas suas primeiras edições, (No Tempo Dividido (1954) e Mar Novo (1958) foram publicados separadamente.São agora reunidos num só volume, pois pertencem a um mesmo "ciclo" e são na realidade um mesmo livro.De ambos os textos foram retirados alguns poemas: ou porque eram ecos diluídos de temas antigos ou porque eram o aflorar indeciso de temas futuros.Mar Novo foi incluído, autonomamente e com novas variantes, em Obra Poética II, Lisboa, Editorial Caminho, 1991.A presente edição definitiva respeita as emendas da autora a esta última versão e inclui vários poemas que nela não figuravam, retomados das edições anteriores: Dia, "A memória de ti calma e antiga", "Ó Poesia sonhei que fosses tudo", "Esquemáticos caminhos", Náufrago, Sequência, A Apaixonada, Electra, "Porque nos outros há sempre qualquer nojo", Os Navegadores e Deus É no Dia.O título deste livro é o do projecto vencedor, em 1955, do concurso internacional para a construção, em Sagres, de um monumento ao Infante D. Henrique. O projecto, do Arq. João Andresen, irmão de Sophia, e seus colaboradores, entre os quais Barata Feyo e Júlio Resende, seria inviabilizado por decisão governamental no ano seguinte.A revisão de texto obedece às normas ortográficas vigentes, excepto nos casos em que a autora deliberadamente delas se afasta, e que têm um exemplo significativo na palavra "dansava"Luís Manuel GasparFicha Técnica
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