Martim de Albuquerque é Doutor pelas Faculdades de Direito Complutense de Madrid e Lisboa, Prof. Catedrático Jubilado de Ciências Históricas-Jurídicas da Faculdade de Direito de Lisboa, foi Director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, é membro de numerosas instituições científicas nacionais e estrangeiras. As suas obras no campo da Cultura Portuguesa e em especial de História do Pensamento Político foram galardoadas numerosas vezes, tendo recebido, entre outros, o Prémio Nacional de História, quatro vezes o Prémio Gulbenkian de História e o Prémio D. João de Castro.Em Maquiavel e Portugal o autor reúne e retoma as suas pesquisas ao longo de trinta anos sobre a recepção do autor de Il Principe em Portugal, quer no sentido de apurar a adesão aos seus ensinamentos, quer de rejeição dos mesmos. Ao longo do presente livro são visitados sob este prisma os grandes nomes da Cultura Nacional, no campo da política e da literatura, e os temas da razão de Estado, da prudência, da derrogação do Direito e da Justiça em nome da eficácia governativa, num itinerário que se prolonga do século XV a meados do século XX.
Sinopse
Martim de Albuquerque é Doutor pelas Faculdades de Direito Complutense de Madrid e Lisboa, Prof. Catedrático Jubilado de Ciências Históricas-Jurídicas da Faculdade de Direito de Lisboa, foi Director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, é membro de numerosas instituições científicas nacionais e estrangeiras. As suas obras no campo da Cultura Portuguesa e em especial de História do Pensamento Político foram galardoadas numerosas vezes, tendo recebido, entre outros, o Prémio Nacional de História, quatro vezes o Prémio Gulbenkian de História e o Prémio D. João de Castro.Em Maquiavel e Portugal o autor reúne e retoma as suas pesquisas ao longo de trinta anos sobre a recepção do autor de Il Principe em Portugal, quer no sentido de apurar a adesão aos seus ensinamentos, quer de rejeição dos mesmos. Ao longo do presente livro são visitados sob este prisma os grandes nomes da Cultura Nacional, no campo da política e da literatura, e os temas da razão de Estado, da prudência, da derrogação do Direito e da Justiça em nome da eficácia governativa, num itinerário que se prolonga do século XV a meados do século XX.Ficha Técnica
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