Estamos perante um espécie de semiótica generalizada que leva às últimas consequências a capacidade de produção de sentido e a rejeição de toda a univocidade que permitiria uma leitura tranquilizadora: de poema para poema, e na medida em que eles se vão construindo como um sistema de reenvios recíprocos e, muitas vezes, como reformulação uns dos outros, todas as hipótese de sentido vão sendo deslocadas ou mesmo revogadas.
Sinopse
Estamos perante um espécie de semiótica generalizada que leva às últimas consequências a capacidade de produção de sentido e a rejeição de toda a univocidade que permitiria uma leitura tranquilizadora: de poema para poema, e na medida em que eles se vão construindo como um sistema de reenvios recíprocos e, muitas vezes, como reformulação uns dos outros, todas as hipótese de sentido vão sendo deslocadas ou mesmo revogadas.Ficha Técnica
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