"""Nos finais da década de 1980, o comandante Baltazar Negrões, homem de convicções monárquicas, nostálgico de Paiva Couceiro e D. Sebastião, Mestre em História Medieval e Assistente da Faculdade de Letras do Porto, partiu da cidade donde houve nome Portugal, à frente de um bando de vinte e três milicianos de vária condição e estirpe, com a missão gloriosa de reconquistar a aldeia de San Felices de los Moros, na margem do Rio Águeda a breve distância de Castelo Rodrigo, por direito adjudicada à coroa. «E agora ali estavam eles – conta um dos narradores de Los Moros – para recuperar uma povoação desde os tempos do senhor D. Dinis que, apesar de consignada portguesa em documento oficial, o Tratado de Alcanizes, fora subtilmente subtraída ao território nacional».José Viale Moutinho, com esta ficção repassada da mais fina ironia, como é seu timbre, vem denunciar não só o perjúrio e a traição dos sucessores de D. Fernando, mas sobretudo a cobardia histórica dos descendentes de D. Dinis, uma vez que a ficcional San Felices de los Moros, figurada em vários episódios da sua história trágica, da Idade Média aos nossos dias, corresponde de facto a San Felices de los Gallegos.""Do prefácio de Luís Adriano Carlos "
Sinopse
"""Nos finais da década de 1980, o comandante Baltazar Negrões, homem de convicções monárquicas, nostálgico de Paiva Couceiro e D. Sebastião, Mestre em História Medieval e Assistente da Faculdade de Letras do Porto, partiu da cidade donde houve nome Portugal, à frente de um bando de vinte e três milicianos de vária condição e estirpe, com a missão gloriosa de reconquistar a aldeia de San Felices de los Moros, na margem do Rio Águeda a breve distância de Castelo Rodrigo, por direito adjudicada à coroa. «E agora ali estavam eles – conta um dos narradores de Los Moros – para recuperar uma povoação desde os tempos do senhor D. Dinis que, apesar de consignada portguesa em documento oficial, o Tratado de Alcanizes, fora subtilmente subtraída ao território nacional».José Viale Moutinho, com esta ficção repassada da mais fina ironia, como é seu timbre, vem denunciar não só o perjúrio e a traição dos sucessores de D. Fernando, mas sobretudo a cobardia histórica dos descendentes de D. Dinis, uma vez que a ficcional San Felices de los Moros, figurada em vários episódios da sua história trágica, da Idade Média aos nossos dias, corresponde de facto a San Felices de los Gallegos.""Do prefácio de Luís Adriano Carlos "Ficha Técnica
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