Ensaísta português, de nome completo Mário Emílio de Morais Sacramento, nascido em 1920, em Ílhavo, e falecido em 1969. Tendo frequentado as Faculdades de Medicina de Coimbra, Porto e Lisboa, especializou-se em Gastrenterologia em Paris. De formação marxista e neo-realista, participou no Movimento de Unidade Democrática e foi o impulsionador do I Congresso Republicano de Aveiro em 1957. Com uma atitude crítica e exigente, colaborou em jornais, revistas e páginas literárias, tendo publicado diversas obras, entre as quais Retrato de Eça de Queirós (1944), Fernando Pessoa - Poeta da Hora Absurda (1953), Lendo Raul Brandão (1967), Fernando Namora - O Homem e a Obra (1967) e Uma Estética Neo-Realista? (1968).
Sinopse
Ensaísta português, de nome completo Mário Emílio de Morais Sacramento, nascido em 1920, em Ílhavo, e falecido em 1969. Tendo frequentado as Faculdades de Medicina de Coimbra, Porto e Lisboa, especializou-se em Gastrenterologia em Paris. De formação marxista e neo-realista, participou no Movimento de Unidade Democrática e foi o impulsionador do I Congresso Republicano de Aveiro em 1957. Com uma atitude crítica e exigente, colaborou em jornais, revistas e páginas literárias, tendo publicado diversas obras, entre as quais Retrato de Eça de Queirós (1944), Fernando Pessoa - Poeta da Hora Absurda (1953), Lendo Raul Brandão (1967), Fernando Namora - O Homem e a Obra (1967) e Uma Estética Neo-Realista? (1968).Ficha Técnica
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