Como avaliar o poder e a utilidade da linguagem quando esta já foi levada a articular falsidades em certos regimes totalitários ou foi adulterada pela vulgaridade e a imprecisão e demagogianuma democracia de consumo de massas?
Como irá a linguagem reagir à exigência, cada vez mais premente, de um discurso preciso como a matemática e a notação simbólica?
Estaremos a sair de uma era histórica de primazia verbal – a sair do período clássico da expressão escrita – e a entrar numa fase de linguagem decadente, de formas «pós-linguísticas» e talvez de silêncio parcial?
Estas são algumas das questões fulcrais, em cada dia mais gritantes, que Steiner aborda neste livro, na sua prosa elegante e com a sensibilidade e a inteligência que todos lhe reconhecem.
«Uma análise extraordinariamente inteligente, brilhante e que convida à reflexão, sobre as condições estranhas que a escrita moderna criou a si própria [...]. Poucos, muito poucos, escritores actuais têm tanto que valha a pena dizer sobre a produção escrita actual como este autor.»
Sinopse
Como irá a linguagem reagir à exigência, cada vez mais premente, de um discurso preciso como a matemática e a notação simbólica?
Estaremos a sair de uma era histórica de primazia verbal – a sair do período clássico da expressão escrita – e a entrar numa fase de linguagem decadente, de formas «pós-linguísticas» e talvez de silêncio parcial?
Estas são algumas das questões fulcrais, em cada dia mais gritantes, que Steiner aborda neste livro, na sua prosa elegante e com a sensibilidade e a inteligência que todos lhe reconhecem.
«Uma análise extraordinariamente inteligente, brilhante e que convida à reflexão, sobre as condições estranhas que a escrita moderna criou a si própria [...]. Poucos, muito poucos, escritores actuais têm tanto que valha a pena dizer sobre a produção escrita actual como este autor.»
Ficha Técnica
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