O tempo liceal é muito intenso. Ao recusar sentidos explícitos, Paulo Catrica permite que as imagens sejam desdobradas em infinitas interpretações. Em cada fotografia estão sedimentadas várias camadas históricas”, sobre o passado e o presente dos liceus portugueses.O livro é composto por fotografias de liceus/escolas secundárias: edifícios, pátios, salas de aula, bibliotecas, museus, laboratórios, corredores, gabinetes. Por vezes, são imagens amplas abrangendo um edifício, um recreio, um campo de jogos. Noutros casos, são apontamentos de uma escada, de um quadro, de uma janela. Em todas, está presente um ponto de vista sobre o modo como estes lugares foram vividos ao longo do tempo. A leitura dos espaços educacionais é essencial para o trabalho histórico em educação. A visão artística de Paulo Catrica abre um campo novo de possibilidades, sugerindo uma releitura das instituições de educação e de socialização das crianças e dos jovens. Depuradas, as suas imagens evitam uma iconografia saturada, que poderia ceder facilmente à nostalgia. O historiador sente-se, assim, disponível para leituras inesperadas e surpreendentes.[…]”António Nóvoa
Sinopse
O tempo liceal é muito intenso. Ao recusar sentidos explícitos, Paulo Catrica permite que as imagens sejam desdobradas em infinitas interpretações. Em cada fotografia estão sedimentadas várias camadas históricas”, sobre o passado e o presente dos liceus portugueses.O livro é composto por fotografias de liceus/escolas secundárias: edifícios, pátios, salas de aula, bibliotecas, museus, laboratórios, corredores, gabinetes. Por vezes, são imagens amplas abrangendo um edifício, um recreio, um campo de jogos. Noutros casos, são apontamentos de uma escada, de um quadro, de uma janela. Em todas, está presente um ponto de vista sobre o modo como estes lugares foram vividos ao longo do tempo. A leitura dos espaços educacionais é essencial para o trabalho histórico em educação. A visão artística de Paulo Catrica abre um campo novo de possibilidades, sugerindo uma releitura das instituições de educação e de socialização das crianças e dos jovens. Depuradas, as suas imagens evitam uma iconografia saturada, que poderia ceder facilmente à nostalgia. O historiador sente-se, assim, disponível para leituras inesperadas e surpreendentes.[…]”António NóvoaFicha Técnica
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