Em resposta a um artigo de Luís de Magalhães, publicado na revista Portugalia, intitulado «A Carta, Constituição Tradicionalista», Caetano Beirão fez publicar, na revista Acção Realista, um conjunto de três artigos sob o título «O Tradicionalismo da Carta». É deste modo que se inaugura um debate, de inegável interesse para a historiografia política portuguesa, que culmina na edição de Tradicionalismo e Constitucionalismo, de Luís de Magalhães (1926). Perpassando as polémicas que dividiram a Causa Monárquica, seja pela questão dinástica, seja pela questão doutrinária, os textos aqui reunidos são um contributo decisivo para uma nova compreensão do que foi a reflexão em torno do Liberalismo Constitucional português, desde a outorga da Carta Constitucional, em 1826, até ao fim da primeira república.
Licenciado em Filosofia, Pós-graduado em Educação para a Cidadania e Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais, pela Universidade Católica Portuguesa....
Sinopse
Em resposta a um artigo de Luís de Magalhães, publicado na revista Portugalia, intitulado «A Carta, Constituição Tradicionalista», Caetano Beirão fez publicar, na revista Acção Realista, um conjunto de três artigos sob o título «O Tradicionalismo da Carta». É deste modo que se inaugura um debate, de inegável interesse para a historiografia política portuguesa, que culmina na edição de Tradicionalismo e Constitucionalismo, de Luís de Magalhães (1926). Perpassando as polémicas que dividiram a Causa Monárquica, seja pela questão dinástica, seja pela questão doutrinária, os textos aqui reunidos são um contributo decisivo para uma nova compreensão do que foi a reflexão em torno do Liberalismo Constitucional português, desde a outorga da Carta Constitucional, em 1826, até ao fim da primeira república.Ficha Técnica
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