Toda a criança tem direito a viver uma filiação segura, vinculada com ambos os progenitores e juridicamente estável, sem atropelos
ou descontinuidades arbitrárias ou injustificadas, à luz do seu superior interesse, construindo-se uma ética no cuidar da
mesma, uma cultura da Criança e um futuro de excelência para ela.
Mas nem sempre ela vive num mundo das maravilhas.
Nessa senda, surge a Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, em vigor em Portugal, desde 1 de Janeiro de 2001, apenas
revista em 2003 e agora em 2015, pela Lei n.º 142/2015, de 8 de Setembro.
É esta Lei que quero anotar. Comentar. Ajuizar sobre. Não é uma lei perfeita em soluções. Mas podemos fazer o melhor por
ela. É uma anotação em constante dinâmica.
Aguardamos correntes jurisprudenciais que lancem faróis sobre alguns buracos negros da Lei.
Fica aqui esta leitura. Despretensiosa. Mas possível para vos ajudar na elevada tarefa de ajudar uma criança a ter uma vida
melhor, porque acredito que o seu passado não tem necessariamente de condicionar o seu futuro
Sinopse
Ficha Técnica
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