Não é um engano dizer que estes versos, publicados em
1970, davam o mote a um dos mais inconformados e
iconoclastas livros de poesia da literatura portuguesa.
Não é um engano atribuí-los à ironia sempre afiada e
assestada de Alberto Pimenta.
Não é um engano supor que, ao longo dos anos, o autor
foi desfazendo e derriçando vários e muito particulares
enganos, ludíbrios, endrominanços, tão típicos da
natureza humana.
Só pode ser um engano que durante 40 anos o livro de
estreia de Pimenta não tivesse chegado às mãos de uma
nova geração de leitores ou regressado para uma nova
leitura… ou para a mesma leitura, já que a natureza
humana continua a enganar-se tanto e amiúde cheia de
certeza…
Só pode estar certo que a 7 Nós reedite
O LABIRINTODONTE, de Alberto Pimenta.
(A 7 Nós inicia com O Labirintodonte a reedição das
primeiras quatro obras de Alberto Pimenta, a que se
juntam Os entes e os contraentes, Corpos estranhos e
Ascensão de dez gostos à boca. Publicadas na década
de 1970, todas em edição do autor, e até hoje jamais
reeditadas, repomos assim a memória de uma poesia
que continua à frente do seu tempo
Sinopse
Não é um engano dizer que estes versos, publicados em 1970, davam o mote a um dos mais inconformados e iconoclastas livros de poesia da literatura portuguesa. Não é um engano atribuí-los à ironia sempre afiada e assestada de Alberto Pimenta. Não é um engano supor que, ao longo dos anos, o autor foi desfazendo e derriçando vários e muito particulares enganos, ludíbrios, endrominanços, tão típicos da natureza humana. Só pode ser um engano que durante 40 anos o livro de estreia de Pimenta não tivesse chegado às mãos de uma nova geração de leitores ou regressado para uma nova leitura… ou para a mesma leitura, já que a natureza humana continua a enganar-se tanto e amiúde cheia de certeza… Só pode estar certo que a 7 Nós reedite O LABIRINTODONTE, de Alberto Pimenta. (A 7 Nós inicia com O Labirintodonte a reedição das primeiras quatro obras de Alberto Pimenta, a que se juntam Os entes e os contraentes, Corpos estranhos e Ascensão de dez gostos à boca. Publicadas na década de 1970, todas em edição do autor, e até hoje jamais reeditadas, repomos assim a memória de uma poesia que continua à frente do seu tempoFicha Técnica
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